Comparativas

As provas do CazaFalsos servem em juízo?

Você vê seu produto copiado no Mercado Livre, mais barato, com as suas próprias fotos – e a primeira dúvida que surge é: se eu juntar provas agora, isso vai servir para alguma coisa na prática?

Sim, as provas geradas pelo CazaFalsos servem em processos administrativos e judiciais no Brasil. A extensão produz capturas de tela com hash SHA-256 e selo de tempo – dois elementos que os tribunais brasileiros reconhecem como indício de autenticidade em documentos digitais. Isso não é garantia de resultado: uma prova bem documentada aumenta as chances de a denúncia prosperar, mas a decisão final depende do caso e do juiz. Se a resposta que você precisava era um «sim» sem nuances, a resposta correta é «sim, com ressalvas que vale entender».

O matiz que importa

Prova digital e documento autenticado em cartório são coisas diferentes. O CazaFalsos gera o primeiro: uma captura com identificação criptográfica que mostra o que estava no anúncio em determinado momento.

Para a maioria dos usos práticos – denúncia ao Mercado Livre pelo Programa de Proteção à Propriedade Intelectual (PPPI), notificação extrajudicial ao vendedor, abertura de processo administrativo no INPI – esse pacote é suficiente. Você tem a URL, o ID do vendedor, as fotos copiadas e a data registrada.

Para uso em juízo num processo mais formal, um advogado aliado no Brasil pode orientar se convém também lavrar uma ata notarial. Não é que a prova do CazaFalsos deixe de valer – é que, em litígios mais complexos, complementar com ata reforça a cadeia de custódia. São ferramentas que se somam, não se excluem.

O que a extensão não faz: ela não acessa processos judiciais, não protocola petições e não substitui o trabalho de um advogado. Ela é o ponto de partida, não o ponto de chegada.

Quer ver como o pacote de evidência funciona na prática? Instale o CazaFalsos e escaneie sua marca no Mercado Livre – o plano Gratis não pede cartão e já gera capturas com hash SHA-256 e selo de tempo.

O limite real do produto

Três situações em que a prova gerada pela extensão, sozinha, pode não ser suficiente:

Esses limites não invalidam o uso da ferramenta. Eles definem o perímetro: para o PPPI do Mercado Livre e para a maioria das notificações extrajudiciais no Brasil, o pacote é funcional. Para ir além disso, você precisará de apoio jurídico.

Se precisar de alguém que tome conta de tudo isso, existe uma alternativa. Veja o que fazer quando o Mercado Livre rejeita uma denúncia gerada – e quando faz sentido escalar para um advogado aliado no Brasil.

O que fazer se a resposta for «não»

Há dois mitos que circulam bastante entre quem vende no Mercado Livre e que merecem ser desmontados aqui.

O primeiro: «sem marca registrada não posso fazer nada». Não é bem assim. Sem registro, suas opções são mais limitadas – o PPPI exige titularidade comprovada – mas existem caminhos. Direito autoral sobre as fotos do produto, por exemplo, independe de registro de marca. Um advogado aliado pode mapear o que está disponível no seu caso específico.

O segundo: «denunciar não adianta porque eles republicam». A republicação acontece, sim. Mas o PPPI permite denunciar a mesma réplica quantas vezes ela reaparecer, e vendedores com histórico de denúncias reiteradas arriscam restrições, suspensão ou inabilitação para vender no Mercado Livre. Não é uma solução instantânea, mas cada denúncia documentada pesa no histórico do infrator.

Se a prova do CazaFalsos, por si só, não for suficiente para o que você precisa fazer, o próximo passo é complementá-la – não descartá-la. Entenda como o software de proteção de marca funciona no Mercado Livre e quais são as opções disponíveis para uma marca no Brasil.

Se preferir não fazer isso sozinho, escreva para nós e conectamos você com um advogado aliado no Brasil que conhece o PPPI e sabe avaliar o que cada tipo de prova digital vale na prática.

Perguntas frequentes

Posso testar de graça?

Sim. O plano Gratis do CazaFalsos custa R$ 0, não pede cartão e já inclui escaneamento de uma marca com até 50 buscas. Você gera capturas com hash SHA-256 e selo de tempo desde o primeiro uso. Veja o que o plano Gratis inclui e para quem ele é indicado antes de decidir se precisa de um plano pago.

O que preciso para começar?

Três coisas: o Chrome instalado no seu computador, a extensão CazaFalsos adicionada ao navegador e o nome ou URL da sua marca no Mercado Livre. Não é necessário ter o registro no INPI para instalar e escanear – mas para fazer uma denúncia formal pelo PPPI você vai precisar comprovar a titularidade do direito perante o Mercado Livre.

Onde vejo os planos?

Os planos estão na página de preços do CazaFalsos. O Gratis é gratuito. Os planos pagos são Inicial ($49/mês), PRO ($99/mês) e Experto ($199/mês). O plano PRO inclui escaneamentos ilimitados, alertas e funcionalidades de IA com chave própria (BYOK). O Experto adiciona reconhecimento visual, pacote judicial e suporte prioritário.

Instale o CazaFalsos, escaneie sua marca e veja quais anúncios de réplica aparecem hoje. Depois de instalar, você cai direto na tela de escaneo – sem formulário, sem ligação de vendas.

Por Iván Cortés ·